O QUE É O NÚCLEO SER

Nossa missão é guiar e orientar o indivíduo para o despertar da consciência e sua busca para autorrealização, com o compromisso com a qualidade dos nossos treinamentos se expressa na conduta ética com a qual produzimos nosso propósito, na rigorosa organização de todos os detalhes dos cursos, na atenção e dedicação individual a cada participante, no respeito pelas emoções e limitações de cada um.

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Próximos Treinamentos

07 a 09

Out

renascendo com amor

Renascendo com Amor - RA

Renascer, nascer de novo. Será possível você reviver e sentir isso novamente?
Como negar que temos guardado em algum lugar memórias de sentimentos e sensações de nossa origem?
Você já imaginou como seria a vida intrauterina?


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21 a 23

Out

leader training

Leader Training - LT

O Leader Training é um trabalho de imersão para uma reflexão profunda sobre os resultados que você vem alcançando em sua vida profissional e pessoal. A partir desse envolvimento e discernimento você vai expandir o senso que tem sobre a possibilidade, a capacidade e o merecimento de ser realmente feliz e autorrealizado.


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11

Ago

gens

Pizza 3 Dias de Carinho

Introdução à metodologia Núcleo Ser de trabalho. Aumentar os conhecimentos e realizar práticas para continuar o seu processo evolutivo, na direção de uma vida plena e autorrealizada. Obter ferramentas práticas para gerenciar suas emoções nos desafios em seu dia-a-dia.


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31

Out

mbti

MBTI

O MBTI é um questionário com 93 perguntas, baseado na teoria de Jung sobre os tipos psicológicos. É usado há mais de 50 anos, com testes e reavaliações profundas.


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18 a 20

Nov

leader training

Leader Training - LT

O Leader Training é um trabalho de imersão para uma reflexão profunda sobre os resultados que você vem alcançando em sua vida profissional e pessoal. A partir desse envolvimento e discernimento você vai expandir o senso que tem sobre a possibilidade, a capacidade e o merecimento de ser realmente feliz e autorrealizado.


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25 a 27

Nov

transcendendo seus limites

Transcendendo seus Limites

O Transcendendo seus Limites é um treinamento vivencial, que enfoca o autodesenvolvimento e a autoconsciência. É a oportunidade que você pode dar a si mesmo para tornar manifesto o que está latente.


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POSTS RECENTES DO BLOG


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Não costumo assistir séries de TV, mas um dia desses dirigindo meu carro pelas ruas de São Paulo, vi um zumbi. Não era um daqueles com roupas esparrapadas, e a cara cheia de feridas, de uma maquiagem mal feita, mas era um zumbi. Era uma pessoa de carne e osso que estava viva, mas andava com passos lentos, tropeçando, com a cabeça baixa, e assim como a maioria dos zumbis que conheço, dotado de uma voracidade enorme. Ao expandir um pouco mais o meu campo de visão, de repente me vi no meio de um monte de zumbis, todos eles, andando, dirigindo, comendo, mexendo em seus smartphones, com uma voracidade enorme. E comecei a pensar... Será que também não tinha me tornado um zumbi? Aí comecei a me lembrar dos filmes de suspense e terror que assistia na minha adolescência, e a refletir sobre a essencia dos zumbis. Os zumbis eram seres mortos-vivos, que aparentemente não eram dotados de uma grande astucia ou inteligência e tinham um único objetivo: Sobreviver, à custa de carne humana. Havia um único foco, uma voracidade insaciável por um prazer imediato, no meio de uma luta pela sobrevivência (estranho falar em sobrevivência para um ser morto-vivo, mas era assim que os filmes eram...) E quando percebi essa essência tive a certeza. Eu estava em um processo de zumbificação (se é que esse termo existe). Imerso em uma voracidade por informação, entretenimento, passatempo, me percebi no meio do transito tentando acessar o facebook, olhando ao mesmo tempo o portal de notícias e respondendo mensagens no Whatsapp. Eu estava me tornando um zumbi. Quase um escravo da informação e da conexão, percebi o tamanho do sofrimento que era gerado toca vez que meu telefone ficava sem sinal... Como se o 4G fosse tão o mais importante do que o ar que eu estava respirando naquele momento. O ar não era importante. E assim como quando você decide comprar um carro, de um determinado modelo, você só enxerga esse modelo na rua, passei a observar todos os tipos de zumbis que havia ao meu redor. Zumbis da informação, zumbis da conexão, zumbis workaholics, zumbis afetivos, zumbis hedonistas, todos eles com uma voracidade enorme por aquilo que era seu objeto do desejo, mas aparentemente sem consciência. E começava naquele momento o processo de deszumbificação (agora sim um neologismo). Tomar consciência desta voracidade inconsciente e muitas vezes inconsequente, foi bastante doloroso, mas como todo remédio amargo, trouxe uma nova visão. E devagar, tenho tentado, fazer uma coisa de cada vez. Percebendo o propósito de cada ato, e suas possíveis consequências. Ainda vejo, por vez ou outra as mensagens que teimam em pipocar nos aplicativos, mas cada vez mais tenho me policiado a me ater àquilo que me propuz a fazer. Seja dirigir, comer, conversar. O zen budismo traz como ensinamento, “faça uma coisa de cada vez”, mas nos dias de hoje isso é bastante desafiador. Acho que foi um começo de um Despertar. Recomeçar a fazer uma coisa de cada vez, tem sido uma tarefa árdua, mas gratificante, e esse exercício tem liberado algum espaço na minha mente para poder perceber a realidade sobre um outro ângulo. Ainda me percebo em alguns momentos, procurando por algo para inebriar os meus sentidos, como se isso fosse um descanso para as tensões do dia a dia, mas se o que gera a tensão é a própria voracidade de informação... E você? Tem sede de que? Tem fome de que? crédito imagens: Istock

O mundo dos zumbis

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Muitas pessoas querem alcançar a felicidade nos relacionamentos, mas não sabem como. Buscam alguém que as completem alguém que as tornem felizes. Muitas vezes elas buscam no seu parceiro a energia necessária para suprir a sua incapacidade de confiar na vida. Por faltarem-lhes a coragem de se entregarem ao amor fazem do amor platônico uma forma de contornar isso. Sonham acordados e vivem como sonâmbulos, criando em suas mentes refúgios ilusórios e irreais, pois assim não correm o risco de serem abandonadas. Em alguma fase de sua vida você pode ter se deparado com situações parecidas. Talvez até hoje você se perceba assim. Idealizando um conto de fadas e se frustrando perante a verdadeira realidade. É possível encontrar um caminho diferente do que tem trilhado, é possível encurtar a sua busca para se sentir pleno nos relacionamentos. Esse caminho começa lembrando-se de sua própria história: Lembra quando você tinha seus 10 ou 11 anos?... Nessa idade alguns hormônios começam a se fazerem presentes. A criança se transforma no adolescente, um novo mundo desperta, outros interesses se apresentam... O sexo oposto, que na criança era apenas motivo de curiosidade, torna-se agora como que um imã – atração e repulsão – atuam ao mesmo tempo. A atração amando pela primeira vez e a repulsão no medo de ser desprezado. Algo completamente novo. O coração palpita mais forte, tão forte, que dá medo de ficar próximo da pessoa amada, dá medo de conversar, de olhar, dá tanto medo... Esse amor brotando forte precisa ser desaguado para fora tamanha energia que tem. Então como uma imagem projetada, que precisa de um anteparo para ser vista, projetamos no outro toda a carga desse amor! Projetamos em nosso par esse imenso amor. O problema é que passamos a acreditar que o outro é a fonte de nosso amor. Existem passos para você reencontrar a fonte do amor dentro de si: 1º – Você deve saber que no inicio de uma relação afetiva, o outro serve como um espelho para que possamos enxergar a nossa própria alma. O outro é apenas a porta para encontrarmos o que há de mais sagrado em nós: Carinho, afeto, alegria, respeito, comprometimento, paciência, gentileza, paixão, amor. 2º - É preciso manter a sua capacidade de expressar aquilo que lhe é natural, que surge naturalmente e às vezes brota com muita força. Dê liberdade a isso, não reprima as emoções naturais da força da vida: a alegria, a vivacidade, a descoberta, a expressão, o encantamento, a paixão, o amor. 3º - Liberte-se da necessidade de ter que acertar, seja autentico com suas próprias emoções. Não se rejeite, jamais. Lembre-se você nasceu só e irá partir só, portanto a única pessoa que pode te abandonar é você mesmo. Valorize seu charme, suas qualidades, o seu jeito especial de ser. 4º - Tente uma vez, outra vez e quantas vezes quanto forem necessárias. Respire isso. Vá além das aparências e apaixone-se totalmente. Renda-se a si mesmo. Se entregue, confie em sua sabedoria, pois sabe que você jamais faria mal a você mesmo. SEJA TOTAL. Sinta–se inteiramente enamorado pela pessoa mais maravilhosa que existe: - Você. Quando você começar a contemplar a sua própria inteireza poderá contemplar o outro também na totalidade de quem ele é. E dia- a -dia o tempo transformará esse amor relacional em um encontro de almas. Pulse, vibre, floresça nesse imenso amor que existe em você. Se entregue a amar sem fronteiras. Pulse! Vibre! Deixe o amor brotar e frutificar nesse relacionamento. Você estará renascendo a cada momento que amar. crédito imagens: Istock

Namorados – parceiros de jornada

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1) O que o seu pai lhe ensinou quando criança? 2) O que você aprendeu com seu pai ao longo de toda sua vida até hoje? A primeira pergunta é muito diferente da segunda. • O que seu pai lhe ensinou, foi aquilo que você absorveu num estado de abertura, de forma receptiva e passiva quando era criança. Qualquer criança que ama um pai generoso, bondoso, aceita e confia em tudo que vem dele. Talvez ele tenha lhe ensinado sobre os princípios do bem viver, como: não roubar, não mentir, não maltratar as pessoas. Ensinamentos sobre Ética, Honestidade, Verdade, Bondade e Generosidade. • O que você aprendeu com o seu pai é algo muito, muito diferente... A criança aprende e apreende quando observa ativamente, quando analisa, questiona, então... reage/ou age conforme suas necessidades. Ela começa a ponderar como ser mais feliz, como dar certo na vida. Nessa atitude ativa, atenta à realidade ao seu redor a criança aprende. Às vezes os momentos de maior aprendizado foram exatamente aqueles quando a criança percebeu as incoerências entre as palavras e as atitudes dele. Também quando houve o excesso, quer seja de proteção ou de críticas, a falta de amor ou de atitude, a criança num estado de discernimento e sabedoria pôde aprender. É possível aprender mesmo nas adversidades, mesmo que nada esteja sendo ensinado intencionalmente. Nesse sentido cada momento da vida foi uma oportunidade de aprendizado, uma oportunidade para a criança escrever a sua própria história. E o amor paterno está presente sempre: - O que o seu pai lhe ensinou são as raízes que você traz hoje, e o que você aprendeu com ele são as asas que você conquistou. “Voe, voe alto. Afinal, a gratidão é o motivador que faz o aprendiz perseverar sempre, e o amor de pai o propulsor que capacita a criança a fazer o impossível.” crédito imagens: Istock

Reflexões sobre aprendizagens de um filho(a).

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Seja, na realidade o que você já é. Uma folha em branco... Uma folha em branco, é assim que viemos e fomos concebidos e nascemos. Uma folha em branco... onde deixamos que o mundo viesse e imprimisse as suas palavras... Palavras de dor, ódio, magoa, tristeza, alegria, palavras de paz, conforto. Palavras de amor, carinho, cuidado, atenção. Todas as palavras impressas que imacularam a nossa página translúcida e imaculada, nos transformando em seres que vivem, sentem e se nutrem da dor e do sofrimento próprio e da dor e sofrimento alheio. “Palavras impressas apenas isso!  E isto nos transformou!” Neste Natal e final de ano, por um instante que seja... Desprenda-se das palavras que foram impressas e volte a brilhar na essência da página branca, translúcida e imaculada. Volte por um instante que seja, ao espaço do silêncio, onde palavras impressas não existem. Volte por um instante, ao vazio silencioso e acolhedor do seu ser. Volte a ser quem verdadeiramente você é. Uma página em branco imaculada... translúcida, onde palavras não podem ser impressas. Pergunte-se: Quem sou eu? E experimente o silêncio, o vazio. Pergunte-se: Quem sou eu? E experimente o vazio pleno de paz e amor. Pergunte-se e perceba que não há resposta a ser dada, apenas a presença do “Eu sou”, na forma de vazio vivo. Diga, a você mesmo “Eu sou o amor” e expanda neste espaço.   É tudo que desejamos a cada um de vocês, que sejam aquilo que sempre foram... O amor. crédito imagens: Istock

Seja uma página em branco a espera… das palavras do Universo

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CUIDAR - Em apenas uma palavra, é esse o papel de um padrinho. Ser padrinho é envolver-se de corpo, alma e coração com o seu afilhado. É sentir-se responsável também pelo bem-estar de seu afilhado.   As pessoas que passaram pelo Leader Training sabem o quanto, ao final de 3 dias de profunda reflexão, esse suporte amigo faz bem.   É recomendado a cada treinando que elas não voltem dirigindo, pois, após 3 dias de vivências profundas e uma carga horária extensa de atividades (quer seja individual ou em grupo), o que as pessoas mais querem ao final do treinamento é chegar em casa, abraçar seus entes queridos e descansar. Portanto, é importantíssimo que um treinando não volte dirigindo, sua atenção estará diminuída. Os padrinhos fazem aqui um papel fundamental quando levam e vão buscar seus afilhados.   Cuidar também é contribuir para que o treinando saiba o quanto ele é amado e valorizado. Palavras verdadeiras de reconhecimento e amor, vindo dos familiares e amigos ajudam na integração dos aspectos luminosos do afilhado, auxiliam-no no resgate da sua auto-estima e da solidão.   A presença dos padrinhos e demais pessoas, que já fizeram o treinamento, no encerramento contribuem também para que o afilhado faça uma transição segura, entre o campo de energia dos 3 dias de imersão e o campo da energia do mundo de fora, ajudando-o em seu retorno para a energia das atribulações do dia-a-dia.   Ser padrinho é deixar as suas próprias expectativas de lado e acolher o afilhado quando ele estiver ao final do trabalho; pois com certeza ele precisou trazer a vontade e a coragem de reencontrar-se frente a frente e acolher-se com muito amor.   Estar como padrinho é um momento de cuidado ao outro. Ser padrinho é dar as mãos e caminhar juntos, consciente do papel de cada ser humano perante seu semelhante. crédito imagens:Istock

Ser Padrinho

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Neste dia das mães quero falar das flores – as mães, que geram os frutos: os filhos. Mas, antes, devo falar sobre Edward Bach, nascido em 1886, na Inglaterra. Desde criança, demonstrou grande sensibilidade e amor pela natureza. Formou-se médico e foi grande pesquisador, deixando como legado o sistema de 38 essências de flores, 38 pontos de consciência que seriam os remédios para a redenção de cada alma.   Deixou escritos belíssimos sobre a vida, sobre as flores, sobre os florais de Bach. E, ao ler seus escritos sobre as flores, não há como não pensar em nossas mães. Vou transcrever trechos desses escritos e toda vez que ele cita sobre energia das flores estarei me referindo também à mãe. “Devido às suas vibrações elevadas, certas flores [mães] têm o poder de elevar nossas vibrações humanas e abrir os canais para ouvirmos as mensagens do nosso Eu Espiritual. Essas flores [mães] inundam nossa natureza com a virtude específica de que precisamos e remove de nós a falha que está causando o sofrimento. Elas, as flores [mães], curam, não atacando a doença, mas inundando o nosso corpo com as belas vibrações do nosso Eu Superior, em cuja presença a enfermidade se dissolve como neve ao sol. Para preencher a lacuna instalada no coração, na mente e na alma das pessoas, os florais [as mães] aparecem como espécies de “remédios” contra as inquietações e desarmonias internas: a solidão, o medo, a indecisão, a falta de ânimo. Elas, as flores [mães], são capazes, tal como uma bela música, ou algo gloriosamente enaltecedor que nos dá inspiração, de elevar nossa natureza e assim nos aproximamos de nossa Alma; com isso, nos trazem a paz e aliviam nossos sofrimentos. As flores [mães] são seres em devoção, em seu Ser luminoso a Consciência Maior depositou uma virtude. Cada flor [mãe] esconde em sua forma uma qualidade inata do Ser Divino. Por isso, mãe, repito sempre: “Eu vejo flores em você”. crédito imagens: Istock

Eu vejo flores em você

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As transformações, as mudanças, as realizações, os sonhos, anseios, desejos e tudo o mais que possamos almejar ou planejar em nossa mente só se materializarão com as ações. Isso é óbvio; mas, se é tão óbvio assim, por que continuamos pensando tanto em vez de agir? Insegurança? Medo? Necessidade de planejamento? Necessidade de termos a certeza de que o resultado acontecerá? Qualquer que seja o motivo, continuamos no nível do pensamento,da inação. Quando realmente estaremos preparados para a ação? Quando deixarmos de nos preocupar com os resultados? Talvez quando tivermos uma razoável dose de certeza, ou quem sabe quando... São os nossos próprios pensamentos que nos dizem para agir, e eles próprios criam as restrições. Perceber isso e compreender esse processo restritivo à ação nos permite aceitar o que está acontecendo neste instante e, a partir deste ponto, decidir agir de maneira consciente. Assim, o que era óbvio deixa de sê-lo, e passamos à execução em vez de ficarmos dias e dias pensando. Compreender o que acontece dentro de você lhe permite discernir, ter clareza do que você está fazendo no nível do processo mental, muitas vezes improdutivo em relação ao seu desejo e capaz de gerar angústia e ansiedade. Esse discernimento lhe permite reconhecer e aceitar o que está acontecendo com você, e o que impede a sua ação. Diante dessa nova realidade, olhando de fora os pensamentos, torna-se possível assumir uma nova atitude, ou seja, agir. Mexa-se,arrisque-se, pois só assim poderá obter resultados. Se estes não o satisfizerem, então reprograme suas ações, evite ficar preso aos pensamentos. Eles são úteis e necessários na fase de planejamento, mas, ao fim desta, é preciso passar para a ação. Evite ficar preso nos seus pensamentos dispersivos oriundos das incertezas, afinal elas sempre estarão presentes, pois fazem parte da natureza deste modelo de vida sob o qual vivemos. Acredite, é a nossa necessidade de certezas que nos impede de agir, e, obviamente, sem ação não há realização, e o resultado é a frustração. Na inação não há resultado, pois a transformação não acontece, nada se materializa, a única coisa que fica é o desconforto da frustração e as consequências advindas das suas reações emocionais. Nesse ponto, as suas reações, que são inconscientes, transformam a realidade, porém sem os benefícios que envolvem as ações a partir das quais obtemos os resultados desejados. Pensem nisso! crédito imagens: Istock

A realidade se torna manifesta a partir de nossas ações; portanto, mexa-se

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A saúde ao seu alcance – Semeamos e colhemos o que plantamos Quem planta um grão de milho colhe algumas espigas de milho, assim é o milagre da manifestação; mas esta é uma verdade nem sempre aceita ou compreendida. Às vezes semeamos “tiriricas” e esperamos colher flores. Está é uma outra realidade, muitas vezes oculta. Quando transportamos estes conceitos ou verdades para a saúde, deparamos com plantadores de “tiririca” reclamando que nasceram várias “tiriricas” quando esperavam flores. Em se falando de saúde, plantamos as sementes da doença pelos nossos maus hábitos e vícios, e esperamos que no futuro estejamos saudáveis. Quando a doença se manifesta, iniciamos a mudança de hábitos na esperança de que “o jardim de tiriricas” se transforme em “jardim de flores” imediatamente. Santa ignorância, mal percebemos que o que estamos colhendo é o resultado de ano após ano de prática e, mais ainda, o que permanecerá por um bom tempo como “jardim das tiriricas”. A ignorância nos permite criar a ilusão de que, se errarmos um dia e nos redimirmos, então, como um milagre, como uma bênção divina, seremos perdoados e o mal deixará de existir, ou seja, estaremos salvos, voltando como num passe de mágica a ser saudáveis; o “jardim das tiriricas” plantado, semeado e cuidado durante longos anos deixará de existir – ledo engano! O Despertar acontecerá quando o indivíduo aceitar que seus maus hábitos e vícios – sementes de tiririca – semeados nascerão, crescerão e darão frutos. Agora, o que nos resta é arar a terra, retirando cada semente e ao mesmo tempo iniciar a semeadura das flores que desejamos, e o que é mais importante: ESPERAR, CUIDAR e MANTER viva e saudável a nova semente plantada num terreno fértil e exercitar a aceitação e compreensão de que os cuidados atuais irão manifestar resultados, mas no tempo deles. Até lá, o que mais importa é ir retirando as “tiriricas”, e retirá-las não significa execrá-las, atribuir a elas a culpa pela existência. Retirá-las é estar ciente, consciente de sua existência e ter clara a aceitação de que o único responsável é você. Quando assumir esse papel, deixando de atribuir culpa aos outros e ao mundo, só então estará preparado para substituir o “jardim das tiriricas” pelo “jardim das flores” que tanto desejou. Pense nisso! crédito imagens: Istock

O Jardim das Tiriricas

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Enquanto fazia um relato sobre minha vida, pude perceber quais eram os meus sonhos e desejos reais. Entre eles, o sonho de ser médico desde os três anos de idade, que foi alimentado e incentivado por meus pais. Um objetivo exclusivamente meu que, no entanto,estava alinhado aos desejos deles, talvez por sorte ou mero acaso. De qualquer forma, este sonho não foi destruído pela mais pessimista de todas as palavras: “impossível”. Quantos objetivos não foram destruídos por causa de certas crenças de pais e adultos que não souberam compreender o que tais desejos representavam para as crianças com as quais conviveram? Acredito que o maior dano nem seja a não-realização imediata deles, porque é possível retomar e concretizar os sonhos de infância na idade adulta, com o auxílio da maturidade e da autogestão. Talvez a pior conseqüência seja a criação de uma crença na impossibilidade, na incapacidade e no não merecimento, proveniente da repressão sistemática aos sonhos. Desta forma, passamos a nos negar o direito de sonhar, de desejar; passamos a acreditar que o “verdadeiro” sentido da vida está no que a sociedade considera como verdadeiro. Somos levados a crer que somente aquilo que é concreto e mensurável tem valor, e assim negamos o abstrato e o subjetivo. Somos incentivados a seguir certas profissões com base apenas na remuneração financeira, e desenvolvemos habilidades técnicas e estratégicas que nos permitam sempre sobrepujar os outros, os “concorrentes”. Vivemos a vida como se ela fosse uma luta pela sobrevivência, onde vence o mais forte e mais esperto, na ilusão de que é somente isso o que importa. Nos tornamos seres racionais e lógicos, utilizamos a inteligência para conseguircada vez mais status e poder, acreditando que isto nos trará sucesso e felicidade. Muitas vezes somos coagidos a abandonar nossos sonhos, nossos talentos que nos tornam únicos, nossos anseios, para realizar e concretizar os sonhos dos nossos pais. Mal percebem eles que, ao agirem assim com as crianças, estão na realidade repetindo o que seus ancestrais fizeram. Pois eles, muitas vezes pelas condições precárias de vida, pela real necessidade de sobrevivência, pela escassez de alimentos, conforto e segurança, foram obrigados a abrir mão dos seus sonhos. Aprenderam a duras penas a deixar de sonhar, para a cada instante lutar pela própria vida. Muitos dos pais não percebem que essas condições de vida, no geral, não existem mais. No entanto, em muitas famílias abastadas ainda persiste o hábito, talvez motivado por um medo inconsciente, de cortar as asas aos sonhos de criança, criando indivíduos frustrados e até mesmo infelizes, ainda que bem-sucedidos. Cria-se indivíduos que vivem com a sensação de que algo lhes falta, e que muitas vezes não são nem capazes de imaginar do que se trata, e vivem se perguntando: “Porque me sinto vazio por dentro, se tenho tudo o que quero?”. A perda da capacidade de sonhar leva à perda das esperanças;esta, por sua vez, leva à perda do sentido de vida, da razão de viver. É verdade que só conseguiremos concretizar nossos anseios se tivermos, antes, conseguido alcançar a nossa auto-sustentação. Desta forma, a preocupação dos pais na educação dos filhos é legítima, no sentido de mostrara realidade e querer que as crianças se conscientizem a respeito desta. Mas isto pode ser feito sem destruir os sonhos das crianças; para isso, basta aceitar os desejos delas, o que não significa necessariamente concordar com eles. Você, pai ou mãe, pode achar que essesobjetivospoderãolevá-las a dor e sofrimento, e pode estar certo, considerando as suas experiências de vida. Mas o caminho mais seguro é aceitar tais metas, de forma a poder orientar seus filhos sobre a necessidade de auto-sustentação, o que podeser feito paralelamente ao incentivo de realização dos sonhos deles.. Srs. adultos, pais, irmãos sonhem e deixem as crianças sonharem! Se não puder alimentar o sonho delas por considerá-lo impossível para você, contribua no mínimo aceitando-o e deixando-os sonhar. Deixe que ele descubra por si só se isto é possível, se estará capacitado e se realmente se sente merecedor dos resultados desses objetivos. Elas só saberão se um sonho é viável ou nãodepois de tentarem por si mesmas. Só é possível obter resultados e analisá-los após uma tentativa real. Se a inviabilidade for percebida por experiência própria, nossas crianças estarão conscientes de que pelo menos tentaram. Se você, pai ou mãe, não possui neste instante recursos para auxiliar seus filhos na concretização de suas metas, deixe isto claro.Assim, eles poderão ao menos escolher entre manter seus objetivos vivos para o futuro oudesistir deles para encarar a necessidade concreta, seja de qual natureza for.   A destruição dos sonhos e desejos leva à descrença em si mesmo, porque destrói algo que é inato ao ser humano: a capacidade de imaginar e buscar situações melhores. Muitas vezes, uma simples palavra de apoio demonstrando que os pais estarão sempre juntos com seus filhos na busca pelos objetivos destes é capaz de transformar vidas.Pois um sonho é algo que só tem sentido se puder ser realizado por seu detentor, e o mais importante para um pai ou uma mãe é saber orientar seus filhos a obterem sucesso nessa empreitada. crédito imagens: Istock

Sonhos: Não os Destruam

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Hoje me veio à mente que muitas vezes vivemos a Ilusão do autoconhecimento e não o verdadeiro sentido do autoconhecer-se. Esta percepção foi feita observando as atitudes das pessoas, e, obvio as minhas em relação a esse tema. O que pude observar é o quanto nós nos iludimos quando pensamos ou dizemos “eu me conheço por isso posso escolher”. Será que eu me conheço mesmo, ou estou apenas usando a mente, com suas distorções, para evitar uma determinada situação? Por ex.: Você tem uma festa na qual acredita que encontrará um desafeto seu. Nesta situação o pensamento pode ser este: “Eu me conheço, embora queira muito ir, posso escolher não me confrontar com ele.” Isto é conhecer a si mesmo? A questão é se isto é uma escolha ou uma fuga bem justificada. Pegando o exemplo acima autoconhecimento seria: - Perceber o desconforto provocado pela possibilidade de “ir a festa - Discernir no diálogo interno, que surge ao mesmo tempo desse desconforto, os pensamentos que são oriundos de um centramento interno daqueles que são reacionais. A partir dessa observação interna e análise, decidir se realmente irá ou não a tal festa. A autopercepção permite observarmos a nós mesmos, a reflexão sobre essa observação possibilita escolher conscientemente a atitude a ser manifesto. Autoconhecimento é saber, e, saber que sabe o que está acontecendo com você no âmbito do corpo, da mente e do sentimento. Então você realmente se conhece? Ou vive a “ilusão do autoconhecimento”. Pense Nisso! crédito imagens: Istock

Autoconhecimento e a ilusão do conhecer-se